A partir dos 25 anos, a produção natural de colágeno cai de forma progressiva, e com ela vão a firmeza e a sustentação da pele. Os bioestimuladores injetáveis trabalham exatamente nesse ponto: em vez de repor volume, eles ativam a própria pele a produzir colágeno novo.
Como agem
O produto é aplicado em vetores planejados nas áreas em que a pele perdeu sustentação. A resposta é biológica e gradual: nas semanas seguintes, o organismo constrói colágeno ao redor das micropartículas do produto, devolvendo espessura e firmeza. Por isso o resultado não aparece de um dia para o outro, ele evolui, e essa evolução é justamente o que o torna natural.
Bioestimulador não é preenchedor
É uma confusão comum. O preenchedor repõe volume em um ponto específico; o bioestimulador melhora a qualidade e a estrutura da pele como um todo. Muitas vezes os dois trabalham juntos no mesmo plano, cada um com a sua função, definidos na avaliação.
O protocolo importa
O número de sessões, o intervalo entre elas e a diluição do produto mudam conforme a área e o grau de flacidez. Seguir o protocolo definido na avaliação, incluindo a massagem orientada quando indicada, é parte do resultado. A manutenção costuma ser anual, avaliada caso a caso.


